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“Mãe, certamente, mas também o pai”

Maio é o tempo da festa das mães. Em agosto é que se realça a figura do pai. Importante que esses dois personagens tão fundamentalmente importantes na vida dos filhos estejam em sintonia e se façam presentes, os dois, na vida dos filhos, de maneira harmônica, Pai e mãe.

Cabe à mulher-mãe apresentar o filho ao pai. O pai não teve a carne do filho em sua carne durante nove meses. Mas uma parte dele está no menino que nasceu da mulher. A mãe deve poder dizer: “Meu querido companheiro, tenho a alegria de te apresentar teu filho. Tu és o pai dessa criança e juntos vamos cuidar dessa vida”.

Quero aqui evocar texto sobre este tema extraído da Exortação Apostólica Amoris Laetitia de Papa Francisco:

“A mãe que ampara o filho com sua ternura e compaixão, ajuda a despertar nele a confiança, a experimentar que o mundo é um lugar bom que o acolhe, e isto permite desenvolver uma autoestima que favorece a capacidade de intimidade e empatia. Por sua vez, a figura do pai ajuda a perceber os limites da realidade caracterizando-se mais pela orientação, pela saída para um mundo mais amplo e rico de desafios, pelo convite a esforçar-se e a lutar. Um pai com uma clara e feliz identidade masculina, que por sua vez combine com a esposa no seu trato com ela o carinho e o acolhimento, é tão necessário quanto os cuidados maternos. Há funções e tarefas flexíveis que se adaptam às circunstâncias concretas de cada família, mas a presença clara e bem definida das duas figuras, masculina e feminina, cria o âmbito mais adequando para o amadurecimento da criança” (n. 175).

Frei Almir Ribeiro Guimarães

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